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O FMI está disponível para negociar as condições da ajuda a Portugal "durante o tempo que for necessário".

"As negociações prosseguem e vão continuar durante o tempo que for necessário", afirmou David Hawley, porta-voz da instituição, numa conferência de imprensa.


A Câmara de Lisboa quer que o Governo mexa no arrendamento urbano para que as rendas possam ser actualizadas de forma mais rápida e reavalie o regime do subsídio de renda para o alargar a microempresas.

De acordo com a Estratégia de Reabilitação Urbana de Lisboa 2011/2024, que o executivo liderado por António Costa (PS) vai analisar hoje em reunião de câmara, caso o edifício/fogo reabilitado atinja o nível de conservação máximo a renda deve ser actualizada no imediato, sem período de transição.

Pela terceira vez em 33 anos Portugal pediu ajuda externa para resolver os seus problemas. Neste momento crítico do País, com o FMI e Bruxelas prestes a impor novas medidas de austeridade, o Económico lança mais uma iniciativa que dá voz aos leitores: "Uma ideia para Portugal sair da crise. Qual é a sua?"


Teresa Ter-Minassian diz que muitos dos problemas que Portugal tinha em 1983 “ainda são relevantes”.

A economista que chefiou a missão do FMI em Portugal há 28 anos considera que os actuais problemas do país "não são assim tão diferentes" da realidade de 1983. Contudo, os instrumentos para os enfrentar terão de ser outros. Teresa Ter-Minassian, em entrevista telefónica ao Diário Económico, defende que é mais "é mais fácil negociar com um país onde existe um claro consenso político", mas garante que o FMI "tem sido capaz de lidar com países em transições políticas", dando como exemplo o Brasil. "O que o FMI tenta fazer é falar com um largo número de responsáveis políticos e tenta conseguir uma garantia razoável de que o for acordado agora será cumprido pelo Governo seguinte".

O Diário Económico publicou recentemente os quatro cenários possíveis que podem acontecer se Portugal reestruturar a sua dívida.
Apesar de ultimamente falar-se sobre a inevitabilidade da Grécia ter de reestruturar a sua dívida, os especialistas referem que a probabilidade de Portugal vir a "sofrer do mesmo mal" é reduzido. Cristina Casalinho, economista-chefe do BPI, refere que "ainda é muito cedo para se falar disso". Porém, na semana passada, a Moody's deixou o alerta referindo que o risco de uma reestruturação da dívida nacional está a aumentar. Qualquer rescalonamento da dívida trata-se sempre de um processo penoso para emitentes e credores. Para o Estado, a reestruturação reflecte-se de duas formas: por um lado, a República terá menos custos com as suas emissões obrigacionistas; por outro, verá a sua credibilidade beliscada junto dos investidores, que colocará em causa o financiamento externo durante longos anos. Para os investidores, qualquer operação de reestruturação da dívida irá repercutir-se em pesadas penalizações na carteira.

Os técnicos da ‘troika’ consideram que as medidas de consolidação do PEC IV estão mal avaliadas e exigem mais austeridade.   

Saiba mais sobre esta nova medida que o FMI quer implementar em Portugal.


Vanessa Esteves é provedora do cliente da Cetelem. Apesar de trabalhar no mundo financeiro não gosta de investir de forma agressiva.
Ela é responsável pela "qualidade e provedor do cliente" da Cetelem. Vanessa Esteves considera-se uma pessoa moderada e equilibrada na gestão do seu dinheiro e confessa que mesmo que ganhasse o Euromilhões não deixaria de trabalhar. Leia o resto da entrevista do Económico!

O resgate financeiro é positivo pois impede o colapso do sector público e alivia a tensão das dificuldades de financiamento da banca. 
"Numa primeira análise, o resgate internacional é positivo para os bancos por impedir o colapso do sector público e as respectivas repercussões, que poderiam levar mesmo à implosão do sector financeiro nacional", salientou Filipe Garcia, economista da IMF - Informação de Mercados Financeiros.
 

Dos únicos quatro ‘shoppings’ que abrem este ano, dois ficaram concluídos esta semana. Um inaugurou na segunda-feira, outro abre portas amanhã.
A abertura de novos espaços comerciais já começou a reduzir drasticamente. Em 2009 abriram 13 novos empreendimentos, mas no ano passado só se inauguraram três, o número mais baixo dos últimos 20 anos em Portugal. Uma realidade transversal ao mercado europeu, onde no último ano se estrearam 5,2 milhões de metros quadrados (m2) de ‘shoppings', menos 30% que em 2009 e o menor número de novos desenvolvimentos desde 1983, revela um estudo da Cushman & Wakefield (C&W).

A mesma receita aplica-se ao cenário económico do ano que aí vem, em que a regra para a maioria dos portugueses vai ser esticar ao máximo o orçamento familiar.

Saiba tudo sobre como vai mudar a vida dos portugueses no ano de 2011.

 O Sector imobiliário também vai sentir o impacto do pedido de ajuda externa de Portugal. segundo o Diário de Notícias (DN), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia (UE) vão propor alterações ao mercado da habitação, substituindo o conceito de casa própria pelo arrendamento. o objectivo é dinamizar o mercado, sendo que a solução passa por apostar no arrendamento e aumentar o preço das casas, para travar o endividamento das famílias

Que a situação financeira de Portugal não era muita boa, já todos nós sabíamos, mas

isto está pior do que dizem. Portugal terá um prazo máximo de dez anos para pagar o pacote de ajuda financeira.

Leia mais para saber o FMI em Portugal.

O retalho, os hotéis ‘low cost’ e as residências para estudantes e séniores são as melhores apostas em 2011.

Portugal e, especialmente, Lisboa, estão fora do radar dos investidores estrangeiros que aqui encontram poucas oportunidades de negócio. Esta é uma das conclusões do estudo ‘Emerging Trends in Real Estate Europe 2011′ que reúne opiniões de cerca de 600 especialistas das maiores empresas de imobiliário do mundo.