
Quem nos últimos dois anos optou por indexar o seu crédito à habitação à taxa Euribor a três meses tem grandes probabilidades de estar a pagar um ‘spread’ mais caro do que se tivesse optado pelo indexante a seis meses. Segundo o relatório do Banco de Portugal, até Maio de 2009, “esta diferença era marginal, no entanto, com a subida da Euribor a seis meses para valores superiores aos valores médios da Euribor a três meses, começou a observar-se contratos indexados à Euribor a três meses com ‘spreads’ médios superiores aos contratos indexados à Euribor a seis meses”. Ou seja, os bancos aproveitam para colocar ‘spreads’ mais altos quando o valor do indexante é menor.

