O objectivo de qualquer instituição financeira é tentar vender "dinheiro", com a concessão de empréstimos. Afinal, é isso que lhes dá retorno. Do ponto de vista do cliente é necessário que este avalie ao pormenor todos os riscos e taxas adjacentes ao crédito.





Com a ajuda do site www.energiafinanceira.com saiba o que deve ter em conta no crédito pessoal:

1- Antes de contratar um crédito pessoal, avalie os custos iniciais e acrescidos ao empréstimo. As comissões variam em função da instituição financeira, mas nem todas cobram comissões. Verifique também os custos com o imposto de selo e ainda os seguros associados ao crédito. Sabendo que estes custos influenciam também a taxa que irá acabar por pagar, avalie-os bem.


2- Esteja atento à Taxa Anual Efectiva Global praticada. Para perceber a TAEG é fundamental perceber os custos da Taxa Anual Efectiva (TAE). A TAE traduz todos os custos associados ao empréstimo, tais como juros, seguros, despesas com avaliação, entre outros. A TAEG inclui os custos da Taxa Anual Efectiva (TAE), mais o valor dos impostos. A Taxa Anual Efectiva Global é de indi¬cação obrigatória em qualquer crédito e permite-lhe comparar várias propostas, pois reflecte o custo total do crédito, e é esta taxa que deve considerar quando se trata de um crédito ao consumo ou pessoal.


3- Saiba quais as condições de amortização antecipada parcial ou total do crédito caso queira vir a fazê-lo. As comissões cobradas pela amortização antecipada de um crédito ao consumo não podem exceder 0,5% do mon-tante reembolsado, caso falte mais de um ano para o pagamento total da dívida, nem 0,25%, se faltar menos de um ano para amortizar o crédito. Nem todas as instituições financeiras cobram custos de amortização.